maio 19, 2016

Avião que ia de Paris ao Egito cai com 66 pessoas à bordo


Um avião da EgyptAir desapareceu dos radares na noite dessa quarta-feira (18), quando fazia a ligação entre Paris e o Cairo. Uma fonte aeroportuária grega disse à agência France Presse (AFP) que o avião caiu próximo à ilha grega de Karpathos, no Mediterrâneo, no espaço aéreo egício.
O presidente francês, François Hollande, confirmou que o avião caiu, segundo a Reuters: “Infelizmente, a informação que temos… nos confirma que o avião caiu e está perdido. Nenhuma hipótese pode ser descartada, nenhuma é mais provável que outra.”
Não há, até o momento nenhuma ligação com um possível ataque terrorista. A última posição confirmada do avião foi a cerca de 16 quilômetros dentro do espaço aéreo egípcio, a cerca de 37 mil pés (11.2 km)  e às 2h45 da manhã no horário local (21h45 de quarta em Brasília). 
Como o avião não mandou nenhum pedido de socorro, a suposição que tenha havido um incidente súbito e não um problema mecânico ou algo que não fosse imediato.
O voo MS804 da Egyptair transportava 66 passageiros, entre eles um português, 15 franceses, um britânico e um canadense.
“O avião entrou no espaço aéreo egípcio, desapareceu do radar grego e caiu a cerca de 130 milhas da ilha de Karphatos”, disse a mesma fonte à AFP.
A fonte da aviação civil da Grécia disse também que a última comunicação com o piloto do voo da EgyptAir ocorreu três minutos antes de o aparelho cair, acrescentando que não foi recebida qualquer mensagem de alerta.
O ministro da Defesa da Grécia informou que dois aviões de resgate e uma fragata da Marinha foram enviados para a região.
O voo partiu do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, ontem à noite e deveria chegar ao Aeroporto Internacional do Cairo na madrugada de hoje.

Operações de busca estão sendo feitas no Mediterrâneo, envolvendo as Forças Armadas egípcias, com a ajuda da Grécia.

Com informações da Agência Brasil, Folha e Yahoo.com
Imagem: AP/Petros Karadjias 

maio 17, 2016

Bandidos explodem agência bancária em Olho D’Água das Cunhãs; é a 4ª este ano

Imagem da agência do BB de Olho D'Água das Cunhãs quando foi explodida em outra ação em outubro de 2013
Imagem da agência do BB de Olho D’Água das Cunhãs quando foi explodida em outra ação em outubro de 2013
Assaltantes voltam a atacar agências bancárias pelo interior do Maranhão. Durante a madrugada desta sexta-feira (16) uma quadrilha explodiu a agência do Banco do Brasil da cidade de Olho D’Água das Cunhãs.
De acordo com informações policiais, 15 bandidos fortemente armados teriam participado da ação e fugido em quatro veículos.
O bando utilizou bananas de dinamites para explodir os caixas eletrônicos e também abriram o cofre da agência. O valor roubado da agência ainda não foi divulgado.
Esta foi a quarta agência explodida somente no mês de janeiro.
Na madrugada da última quarta-feira (14) bandidos roubaram a agência do Banco do Brasil da cidade de Vitória do Mearim, usando também explosivos.
Na madrugada da última segunda-feira (12), oito homens, ainda não identificados, explodiram a agência do Banco do Brasil do município de Buriti e levaram o cofre com o dinheiro. Eles chegaram ao local da explosão em dois veículos, um Corsa Classic e um Corola, foram perseguidos, mas conseguiram escapar.
Por volta das 2hs30min da madrugada do dia 5, a agência do Banco do Bradesco da cidade de Bela Vista do Maranhão foi explodida por uma quadrilha fortemente armada. Nesta ação também ninguém foi preso.
Em todas essas ações criminosas, os assaltantes agem rapidamente, em média 15 minutos e usam armas pesadas e explosivos.
Prisões
Nesta quinta-feira (15), a polícia conseguiu prender em Maracaçumé, Edson dos Santos Júnior, integrante do grupo que agia principalmente na região de Zé Doca. Edson responde pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, no município de Bacabal, e por roubo e formação de quadrilha em Maracaçumé.
Outro suspeito de assaltos, Júnior Balseiro, também foi preso. Ele é acusado de participar das explosões da agência do Banco Bradesco, no dia 27 de julho de 2014, no município de Cândido Mendes; nos bancos do Brasil e Bradesco, no dia 11 de outubro de 2014, no município de Bequimão; e dos bancos do Brasil e Bradesco, do município de Carutapera, no dia 20 de novembro de 2014.

maio 16, 2016

Vereador Franklin parabeniza garis pela seu dia.


Hoje, (16/05) é comemorado o dia do Gari, e o vereador Franklin Oliveira nos enviou uma mensagem especial parabenizando esses trabalhadores tão importantes, que vem contribuído todos os dias pelo desenvolvimento de Lago Verde.
Segundo o vereador e pré-candidato a prefeito pelo Solidariedade Franklin, os Garis são profissionais que exercem um papel de grande relevância dentro da estrutura administrativa da cidade, além dos serviços de limpeza, chega a ser um agente que contribui para a saúde dos moradores do município.

Quero aqui mais uma vez parabenizar a esses guerreiros pelo seu dia, deixo aqui para eles, a certeza da importância da existência deles para com nossa cidade, onde todos os dias, no raiar do sol, buscam deixar as ruas de nossa Lago Verde mais limpas. Pais e mães de famílias dedicados no serviço público”, frisou Franklin Oliveira.

Maura Jorge, a inimiga número 1 de Flávio Dino

maura jorge_flavio dinoOs mais recentes embates políticos do Maranhão têm transformado a prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PTN), numa liderança de porte estadual.
Destemida, ela tem batido de frente com o governador Flávio Dino (PCdoB) sempre que pode. E, de fato, acabou por transformar-se na inimiga número 1 do comunista.
A série de entreveros entre os dois começou em novembro do ano passado (reveja), quando a prefeita ganhou apoio em todos os cantos do Maranhão depois de ser impedida pelo governador de discursar em evento na cidade administrada por ela.
Um ato de deselegância do chefe do Executivo que só aumentou o prestígio da gestora.
Depois disso, sempre que pode, Maura Jorge fala em ser candidata a governadora em 2018, numa clara tentativa de rivalizar com Dino.
Até ontem (14), ela até parecia falar sozinha, já que não havia qualquer sinal de incômodo por parte do Palácio dos Leões – pelo menos não explicitamente.
Mas o fato de uma aliada sua, a vereadora Lorena Coelho, ter sido expulsa de um evento do PCdoB em São Luís (saiba mais) só mostra que o governador anda mesma engasgado com Maura Jorge.
O que é ótimo para ela…

Blog do Gilberto Léda

maio 13, 2016

Veja os vices que chegaram à Presidência da República

Café Filho 24/8/1954 - 11/11/1955 Assumiu após o suicídio de Getúlio Vargas
Café Filho: presidiu o país de 24 de agosto de 1954 a 11 de novembro de 1955
Assumiu o país após o suicídio de Getúlio Vargas
João Goulart  8/9/1961 - 24/1/1963 Assumiu com poderes limitados pelo sistema parlamentarista após a renúncia de Jânio Quadros João Goulart 8
João Goulart: presidiu a nação de
8 de setembro de 1961 a 24 de janeiro de 1963
Assumiu, durante o sistema parlamentarista, após a renúncia de Jânio Quadros 
José Sarney  15/3/1985 - 15/3/1990 Assumiu no lugar de Tancredo Neves, que adoeceu um dia antes da posse e morreu em seguida José Sarney
José Sarney: presidiu o Brasil de
15 de março de 1985 a 15 de março de 1990
Assumiu a nação no lugar de Tancredo Neves, que adoeceu um dia antes da posse, não resistiu e morreu logo depois
Itamar Franco 29/12/1992 – 1/1/1995 Eleito em 1989 como vice, assumiu após o impeachment de Collor
Itamar Franco: de
29 de dezembro de 1992 a 1 de janeiro de 1995
Foi eleito em 1989 como vice-presidente, assumiu após o impeachment de Collor
Michel Temer 12/5/2016 Com a aprovação do afastamento de Dilma, assumiu interinamente por até 180 dias
Michel Temer: assumiu o país nesta quinta-feira, 12 de maio de 2016
após a presidente Dilma Rousseff ter sido afastada – por até 180 dias -, pelo Senado da República 
As imagens são de reprodução da internet
Blog Ronaldo Rocha

maio 09, 2016

Renan deve anunciar decisão de dar prosseguimento ao impeachment


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), avisou a senadores nesta segunda-feira (9) que pretende dar prosseguimento à tramitação do procesSo de impeachment, independentemente da decisão do presidente em exercício da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA).
Ele fez essa avaliação em conversa com líderes partidários na residência oficial da Presidência do Senado.
Com isso, Renan deverá ignorar o decisão de Waldir Maranhão, tomada na manhã desta segunda, de anular a sessão da Câmara que aprovou a abertura do processo de impeachment e de pedir ao Senado que devolva o processo para a Câmara.
"Ninguém aqui no Senado é louco de seguir o Waldir Maranhão", disse ao Blog o presidente em exercício do PMDB, senador Romero Jucá.
Outros senadores do PMDB vão no mesmo sentido. O líder do partido, Eunicio Oliveira (PMDB-CE), já comunicou aos integrantes da bancada que Renan deve anunciar sua decisão ainda nesta segunda-feira, depois de fazer todas as consultas.

"Renan está fazendo o que Waldir Maranhão não fez: ouvir todo mundo. E vai dar prosseguimento ao processo de impeachment. Essa é uma decisão que já tinha sido tomada pela Câmara. Não tem como voltar atrás", reforçou ao Blog o senador Waldemir Moka (PMDB-MS).
Fonte: G1

Waldir Maranhão anula sessão que aceitou impeachment

Deputado Waldir Maranhão (PP-MA)


Veja – O presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), acatou nesta segunda-feira recurso ingressado pela Advocacia-Geral da União que pedia a anulação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Como a ação contra a petista já está no Senado, Maranhão encaminhou ofício ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), pedindo que os autos sejam devolvidos à Câmara.
A decisão surpreende a cúpula da Câmara dos Deputados – e causa estranhamento entre os parlamentares. Na última semana, a Secretaria-Geral da Mesa já tratava o recurso da AGU como prejudicado, já que a ação está em tramitação no Senado. A cúpula também entende que a petição ingressada por José Eduardo Cardozo não tinha poder para reverter uma decisão dada pelo plenário da Casa e chancelada por 367 deputados. “Não cabe mais ao presidente da Câmara tomar decisões em relação ao impeachment”, afirma o líder do Democratas, Pauderney Avelino (AM). Ele afirma que, se necessário, a oposição ingressará ainda hoje com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra a decisão de Maranhão.
Maranhão, no despacho, afirmou que ocorreram vícios que tornaram nula a sessão da Câmara que deu prosseguimento à ação contra Dilma. Em um argumento controverso, o novo presidente afirmou que os partidos políticos não poderiam ter fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votassem de um modo sobre o afastamento da presidente da República. “No caso, deveriam votar de acordo com suas convicções pessoais e livremente”, escreveu.
“Não poderiam os senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado publicamente os seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do mesmo modo, não poderia a defesa da senhora presidente da República ter deixado de falar por último no momento da votação, como acabou ocorrendo”, continuou Maranhão.
A decisão de Maranhão anula as sessões realizadas nos dias 15, 16 e 17 de abril, quando foi discutido e votado o processo de impeachment, e determina uma nova sessão para julgar a ação no prazo de cinco sessões contadas a partir da data que o processo for devolvido pelo Senado à Câmara.
Outro ponto usado por Maranhão para anular a votação do processo de impeachment é que o resultado da sessão do último dia 17 de abril “deveria ter sido formalizado por Resolução, por ser o que dispõe o Regimento Interno da Câmara dos Deputados e o que estava originalmente previsto no processamento do impeachment do Presidente Collor, tomado como paradigma pelo STF para o processamento do presente pedido de impeachment”.
Como informa a coluna Radar, o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), orientou a decisão de Maranhão. Dino esteve em Brasília no domingo e se reuniu com o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Depois, conversou com Waldir Maranhão, que assumiu a presidência da Câmara na última quinta-feira, após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do comando da Casa e do mandato parlamentar. Investigado na Lava Jato, o deputado do PP teve reuniões com o ex-presidente Lula na véspera da votação do impeachment, quando votou contra a ação por crime de responsabilidade contra Dilma Rousseff. Como definiu nesta segunda a própria presidente,fingindo surpresa ao saber da decisão: “Tenham cautela porque vivemos uma conjuntura de manhas e artimanhas”.
Confira a seguir a íntegra da nota de Maranhão:
NOTA À IMPRENSA
1. O Presidente da Comissão Especial do Impeachment no Senado Federal, Senador Raimundo Lira, no dia 27 de abril do corrente ano, encaminhou à Câmara dos Deputados, ofício em que indagava sobre o andamento de recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União contra a decisão que autorizou a instauração de processo de impeachment contra a Sra. Presidente da República, Dilma Rousseff.
2. Ao tomar conhecimento desse ofício, tomei ciência da existência de petição dirigida pela Sra. Presidente da República, por meio da Advocacia-Geral da União, em que pleiteava a anulação da Sessão realizada pela Câmara dos Deputados, nos dias 15, 16 e 17 de abril. Nessa sessão, como todos sabem, o Plenário desta Casa aprovou parecer encaminhado pela Comissão Especial que propunha fosse encaminhada ao Senado Federal para a eventual abertura de processo contra a Sra. Presidente da República, Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade.
3. Como a petição não havia ainda sido decidida, eu a examinei e decidi acolher em parte as ponderações nela contidas. Desacolhi a arguição de nulidade feita em relação aos motivos apresentados pelos Srs. Deputados no momento da votação, por entender que não ocorreram quaisquer vícios naquelas declarações de votos. Todavia, acolhi as demais arguições, por entender que efetivamente ocorreram vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão em questão. Não poderiam os partidos políticos ter fechado questão ou firmada orientação para que os parlamentares votassem de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente. Não poderiam os senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado publicamente os seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do mesmo modo, não poderia a defesa da Sra. Presidente da República ter deixado de falar por último no momento da votação, como acabou acorrendo.
4. Também considero que o resultado da votação deveria ter sido formalizado por Resolução, por ser o que dispõe o Regimento Interno da Câmara dos Deputados e o que estava originalmente previsto no processamento do impeachment do Presidente Collor, tomado como paradigma pelo STF para o processamento de presente pedido de impeachment.
5. Por estas razões, anulei a sessão realizada nos dias 15, 16 e 17 e determine que uma nova sessão seja realizada para deliberar sobre a matéria no prazo de 5 sessões contados da data em que o processo for devolvido pelo Senado à Câmara dos Deputados.
6. Para cumprimento da minha decisão, encaminhei ofício ao Presidente do Senado para que os autos do processo de impeachment sejam devolvidos à Câmara dos Deputados.
Atenciosamente,
Waldir Maranhão
Presidente em exercício da Câmara dos Deputados